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Trekking Ambiental 2: #vamoquevamo

Para quem ainda não conhece, o Projeto Trekking Ambiental tem como objetivo promover uma disputa de trekking de regularidade entre alunos de escolas públicas da cidade de Assis. O evento possibilita que os participantes usem os conhecimentos teóricos, aprendidos em sala de aula, na prática. Além disso, o evento pretende ampliar a cultura esportiva  e despertar a consciência ambiental.

Neste ano, o número de participantes irá aumentar! Haverá a participação de 5 escolas: Ernani, Leny, Clybas, Francisca e Léo Pizzato, sendo que cada escola terá duas equipes, as quais também competirão entre si.

Hoje, a organização se reuniu para planejar os pontos do novo trajeto! Por enquanto, são 27 pontos, com estimativa de 50 minutos para completá-lo.

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O evento final está previsto para ocorrer no sábado do dia 7 de novembro de 2015.

Em breve, traremos novidades!

Para saber mais sobre o projeto e o que é o trekking, clique aqui.

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“Vai, Caio, anda mais rápido. Corre, Caio!”

Quem participou do teste pré-evento, hoje, na UNESP, ouviu muito essa frase!

Quatro estudantes, do campus de Assis, Giuliana e Matheus de Engenharia Biotecnológica, Júlio de Letras e Caio, de Psicologia, fizeram o percurso da trilha, simulando o que acontecerá no dia do evento.

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Eles receberam um rápido treinamento de bússola, coordenadas, contagem de passos e interpretação da planilha de regularidade.

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Logo depois, precisam decidir entre si, as funções dentro da equipe: Caio como contador de passos; Giuliana como calculista; Júlio, orientador e, Matheus, o líder.

Como todo iniciante, eles ficaram um pouco sem rumo no começo, mas logo pegaram o jeitinho e fizeram toda a trilha com sucesso! Parabéns para os nossos voluntários! Agradecemos a força!

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Para nós, da organização, que já estamos fazendo o percurso até de olhos fechados, é muito importante realizar esses testes para notarmos qualquer falha na planilha, algum déficit de informação no treinamento, ou qualquer tipo de erro que comprometa o percurso.

No dia 29 deste mês, faremos um campeonato de trekking, aberto aos alunos da UNESP! Que tal participar e ainda concorrer ao prêmio? Confira aqui, o link do evento.

EXERCÍCIOS FÍSICOS MELHORAM A CAPACIDADE COGNITIVA

A conclusão é de um estudo da Universidade de Melbourne, que conduziu um experimento para verificar se a intervenção da atividade física seria capaz de reduzir o declínio da capacidade cognitiva (capacidade de raciocínio) nas pessoas que haviam relatado problemas de memória… e a conclusão foi positiva.

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Segundo eles,o resultado da pesquisa demonstra que ao contrário dos medicamentos (que possuem potencial para a melhora do paciente mas, ao mesmo tempo, apresentam reações adversas que podem causar complicações) a atividade física só apresenta vantagens! Os benefícios à saúde  não se restringem apenas na manutenção física do nosso corpo como também atuam na melhora da função cognitiva e mais: podem aliviar sinais de depressão, aumentar a qualidade de vida, de resistência e a função cardiovascular.

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Viu só? Exercícios físicos melhoram a saúde e a mente! O que está esperando para melhorar sua qualidade de vida? Não se limite em ir à academia, vá pedalar no parque, corra na praia, faça uma trilha, conheça lugares, montanhas, travessias e novos horizontes.

Seja feliz por si mesmo e pela sua saúde!

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COMO AGUENTAR AS SUBIDAS E DESCIDAS DA TRILHA

Um dos grandes desafios do enduro a pé é a trilha. Seu terreno pode conter grandes variações de relevo, por isso é importante que o excursionista esteja atento para se preparar para subidas e descidas.

Haverá a necessidade de um breve descanso e alguns goles de água para superar obstáculos que estão no caminho. Dependendo do tipo de subida e descida não há necessidade de grande preparo físico, mas pessoas mais sedentárias podem sofrer um pouquinho.

Fonte da Imagem: Adventure Hiking
Fonte da Imagem: Adventure Hiking

Luvas podem ser úteis, pois oferecem mais proteção as mãos, caso você venha se apoiar em pedras afiadas e árvores que contenham farpas ou espinhos. O Trekking poles (bastão de trekking) é um grande aliado, pois proporciona equilíbrio e divide a força que fazemos com as pernas diminuindo o esforço do corpo, assim ganhamos velocidade e manteremos o retiro.

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É importante atenção e calma durante o percurso, para que você consiga superar os relevos de terreno sem prejudicar seu corpo.

Desenho manual, mapa, arquivo GPS… Entenda a diferença entre os roteiros!

Para quem pensa que os mapas e cartas topográficas são os únicos roteiros utilizados, se engana. Existem diversos modelos de roteiro para representar o caminho de uma trilha, sendo que as principais diferenças são a precisão e a facilidade de uso. Vamos apresenta-los aqui:

1) Desenho manual: é desenho feito à mão. Devido à sua simplicidade, pessoas iniciantes preferem este formato, assim como pessoas que já conhecem o local e sabem identificar dois ou mais pontos do desenho. É bacana se utilizado apenas como referência, já que não possui distâncias, proporções, latitude e longitude, por exemplo, o que dificulta a localização exata.

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2) Track-Book: Este formato utiliza fotografias sequenciais separadas por distâncias. Assim sendo, torna-se necessário ter um medidor de distância percorrida, pois a cada ponto (foto) encontrado, confirma-se a posição dos locais ao longo do percurso. Ao perceber que o ponto a qual chegou não corresponde ao ilustrado no papel, pode-se identificar um erro de trajeto. O ponto positivo do track-book é que ele serve como forma de incentivo ao aprendizado das planilhas de regularidade, as quais veremos a seguir.

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3) Planilha de regularidade ou Road Book: é muito utilizada em competições de diversas modalidades de esportes de natureza, a mesma que utilizaremos no dia 30 de Novembro, no Trekking Ambiental. Essas planilhas pedem habilidades de interpretação e de concentração dos competidores, por símbolos de rápida interpretação para tomadas de decisão.

As planilhas mostram as distâncias entre pontos de referência que são desenhados para ir mostrando o caminho ao explorador. Além disso, na linha haverá um desenho da ação a ser executada (como seguir em frente ou virar a direita) e por último um quadro com informações adicionais relevantes do local.

A precisão da rota é alta, pois em alguns pontos existe a ação de zerar o hodômetro (medidor de distância), o que diminui as diferenças das calibrações dos aparelhos e mantem um nível de precisão entre a planilhas e os diversos marcadores utilizados.

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4) Mapas: a melhor maneira de representar um caminho, devido à sua precisão. Eles possuem a altitude, escala, latitude, longitude, além de rotas alternativas caso o trilheiro se perca. Tudo bem que com ele, você precisará de alguns conhecimentos cartográficos para a interpretação, mas nada que nós da Trekking Ambiental já não tenha falado, não é mesmo?

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5) Arquivos GPS: além de serem usados em GPS, tem-se a opção de smartphones e computadores. O ponto positivo são os softwares que nos permitem planejar o roteiro, ponto a ponto. Para ler mais sobre GPS, reveja esse post.

Fontes:

Siga Trilha

Trekking Brasil

Hora de verificar planilhas e fechar as atividades do projeto!

Boa noite, trekkers!

Curiosos com o andamento do projeto?

Ontem refizemos todo o percurso da trilha para verificar se tudo estava batendo com planilha que será usada no dia do evento, cronometrando o tempo de caminhada de um ponto a outro. Além disso, confirmamos os azimutes com outra bússola.

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Hoje, as equipes de Ambiental e da Administração encontram-se em reunião para fechar todas as atividades que serão executadas e seus devidos tempos.

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Aproveitando a oportunidade, vocês sabem utilizar a bússola? Reveja aqui.

Até a próxima 😉

Trekking como competição e como lazer

Fugir da rotina da cidade, entrar em contato com o meio ambiente, apreciar a natureza e a sua tranquilidade. Esses são alguns dos motivos que levam as pessoas a praticaram o trekking por lazer. Suas trilhas mais tranquilas nos permitem caminhadas mais agradáveis e menos cansativas.

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Já o Enduro a pé (como é chamado a competição de trekking) é aconselhado para quem gosta de um pouco mais de adrenalina. As trilhas são mais desafiantes e há um tempo de duração para o término do trajeto.

O objetivo dos competidores é realizar um percurso pré-determinado pela organização do Enduro a pé. São fornecidas planilhas que indicam informações essenciais para a navegação dentro do percurso exemplos: velocidade média de cada trecho, referências visuais e as distâncias entre elas.

Fonte da Imagem: 360 Graus
Fonte da Imagem: 360 Graus

 

Assista ao vídeo abaixo para entender melhor ou clique aqui para ler mais.


Mesmo com toda a dedicação a prova, as belezas naturais não passam despercebidas.

Praticar o Enduro a pé ou o Trekking por lazer são atividades incríveis em que o meio ambiente é o principal cenário, uma experiência que vale a pena ter!